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Antigüidade
. Brinde tradicional celta: . Faça um brinde aos antigos celtas Os homens que os Deuses criaram loucos! Suas guerras sempre foram divertidas e suas canções, sempre tristes . Sabedoria Celta Atual: . Os dias e os caminhos ancestrais São justamente lembrados, rapaz, Mas não esqueça, mesmo que os honremos hoje Os "Bons Velhos Tempos" às vezes eram muito maus! |

Meu nome pagão é Couggar e eu sou o fundador da "Woodland Celtic Wiccan Tradition" e um "Elder Priest" da "Church of Woodland Celtic Wicca". Devido aos problemas que surgiram na nossa Comunidade Pagã (este termo é muitas vezes usado para descrever os vários praticantes de uma Espiritualidade baseada na terra que trabalha junto à liberdade religiosa), eu sinto a necessidade de se partilhar a nossa opinião acerca de autenticidade e antigüidade. Eu defino "pagão" aqui à maneira do dicionário Webster como um praticante de religiões que são sejam o Islamismo, o Cristianismo ou o Judaísmo. Eu não acredito necessariamente que essas religiões não podem ser praticadas ao lado de religiões pagãs e eu conheço gente que faz isso, em especial na Irlanda. Para evitar uma confusão de termos: aqueles que praticam formas mais iluminadas e universais de religiões judaico-cristãs ou Muçulmanas ao mesmo tempo em que praticam religiões normalmente chamadas de "pagãs" normalmente usam termos mais específicos, como wiccan, druida ou xamanismo nativo-americado. A maioria dos hindús, confucionistas, taoístas, shintoístas e muito budistas consideram Jesus como sendo literalmente divino, mas não vêm nenhum conflito entre isso e seu próprio culto a muitas outras divindades ou caminhos para o divino. Eu também considero os Sufis, Sikhs e muitas outras religiões que derivam ao menos parcialmente do Islamismo como perfeitamente encaixáveis nesta categoria. O argumento disso tudo é que as linhas divisórias entre o que o novo e o que é velho, o que é pagão e o que é ortodoxo são muito menos definidas do que muitos fundamentalistas (cristãos ou pagãos) nos levariam a acreditar.
É uma pena que mesmo os pagãos às vezes sentem que defender a sua fé requer defender ensinamentos "tradicionais" mesmo quando provas concretas provam a eles que certos fatos ou detalhes históricos são questionáveis. Eu pessoalmente considero a "fé cega" como uma doença comum aos fundamentalistas de algumas religiões, mas infelizmente parece que certos wiccans causam rivalidades e lutas desnecessárias em meio à sua própria fé com o mesmo tipo de coisa. Eu não vejo como a Deusa do Amor e o Deusa da Luz poderia se ofender com qualquer coisa que seja verdade. O Senhor e a Senhora estão acima desse tipo de "nonsense" e dificilmente estão inclinados a nos considerar blasfemos por ajustar nossos ensinamentos sobre o passado para seguir a precisão histórica o máximo possível. Claro que há apenas algumas poucas tábuas escritas no Alfabeto Ogham que sobreviveram para marcar qualquer coisa dos tempos em questão no ponto de vista druídico e o resto dos nossos dados derivam de relatos de inimigos, rivais, menestréis e poetas.
Algumas tradições wiccanas clamam que os seus ensinamentos seguem uma linhagem contínua de centenas de gerações com pouca, ou nenhuma, alteração nos seus ensinamentos e práticas durante todo esse tempo. Muito disso é resultado direto de um período de tempo na Inglaterra quando apenas aqueles que clamassem esse tipo de coisa seriam levados a sério como estudante ou praticante de qualquer forma de Wicca, Bruxaria ou tradição oculta. Isto é muito triste, ainda que uma avaliação realista das comunidades "pagãs" e "ocultas" do tempo em que Gerald Gardner tornou os ensinamentos wiccanos disponíveis ao público. Por esta razão, a necessidade de contar "mentirinhas brancas" sobre a antigüidade das tradições e práticas foi considerada aceitável e apropriada como contar pequenas mentiras sobre se você gostou do chapéu novo de alguém. O que se esquece é que toda mentira (não importa a sua magnitude) enfraquece o poder da sua palavra, tanto na sociedade quanto magicamente, e a sua conexão com os Deuses e Deusas que abominam a mentira. Para aqueles que seguem um caminho Celta, Teutônico ou Nórdico, isso pode ser um grande problema, de fato!
Se por um lado eu tento tratar esse tipo de gente respeitosamente, para evitar ofender desnecessariamente o seu senso de lealdade aos seus professores etc, eu ainda estou para achar uma tradição que possa justificar essas alegações. Eu sugiro que esse "nonsense" seja superado com compaixão e argumentação honesta, dada como uma opinião pessoal com referências específicas a autores respeitados das comunidades wiccan e antropológica.
Alguns clamam que a Wicca é derivada diretamente das velhas formas de religião como o culto à Vênus de Willendorf. Muitos professores também clamam que sociedades como os celtas eram universalmente matriarcais até os homens tomarem conta e arruinarem tudo. Há pouco suporte antropológico ou arqueológico para esses argumentos matriarcais ou outras alegações sobre a extremamente antiga prática wiccan, mas os arquétipos básicos e possivelmente algumas das práticas das antigas religiões focadas na Deusa-Terra foram e são uma poderosa influência. Os celtas realmente tiveram formas arquetípicas básicas da "Mãe-Terra" e do "Pai-Céu", derivadas dos seus ancestrais proto-indo-europeus, embora parece que mais tarde eles tenham mudado mais essas formas para "Terra-Mãe e Natureza-Pai" em muitas áreas. Muitas fontes sustentam a idéia de que a maioria das tribos celtas dava às mulheres mais respeito, poder, autoridade, e liberdade em muitos sentidos do que a maioria dos culturas do seu tempo, mas não há nenhuma evidência de que as mulheres em geral tinham mais poder que os homens, ou tanto poder quanto eles, na maioria das tribos durante um certo período de tempo.
A Dra. Miranda Green, um respeitado arqueologista e professora de estudos Celtas na Gália (sim, ela é uma mulher, se isso importa) escreveu no seu livro "Celtic Goddesses" que "algumas feministas modernas tem argumentado que a presença poderosas figuras femininas numa dada tradição mítica implica em uma forte posição social e política para as mulheres na sua sociedade. Essa correlação é basicamente errônea em dois pontos: primeiro, há poucas evidências de que os mundos divino e humano são reflexos um do outro em termos de gênero; segundo, mesmo que haja evidências sobre umas poucas líderes mulheres dentro de uma cultura particular, isso não se correlaciona necessariamente com a posição das mulheres em geral. A vida religiosa em Athenas do século cinco a.C era focada na toda-importante deusa Atena e ainda assim as mulheres atenienses não tinham status social além da esfera da atividade ritual e nem mesmo gozavam de cidadania."
Também deve ser mencionado que a Dra.Green descreve a incidência de casamentos arranjados - em que os homens tomavam todas as decisões e requeriam que as filhas fossem virgens para o seu primeiro casamento e que eram muito comuns, embora não universais, entre muitas tribos celtas em diferentes tempos e espaços. Mesmo em alguns lugares onde as mulheres celtas eram permitidas a ter muitos maridos ou mesmo muitos amantes, ela questiona se a mulher realmente tomava as decisões sobre quem ia à sua cama, considerando o poder de vida e morte que os homens em muitas tribos celtas tinham sobre suas esposas e filhos. Eu não conheço a verdade sobre esses assuntos, mas eu considero a pesquisa da Dra.Green de uma grande qualidade e mais confiável que muitas outras fontes que eu tenho encontrado. Enquanto que a visão da Dra.Green de que o casamento sagrado deve ter sido totalmente mítico é facilmente rebatido, e ela mostra a tendência de muitos arqueólogos (e alguns antropólogos) de afoitamente o termo bruxaria como um rótulo geral para todo uso de magia negra, suas fontes e referências estão claramente documentadas e na maioria dos tópicos que eu pude checar, elas parecem muito confiáveis.
À esse ponto é importante que eu deixe claro que eu não considero nenhuma dessas informações como um guia sobre como devemos praticar nossa espiritualidade hoje. Wicca é bonita e poderosa em sua grande vitalidade que deriva do estado de religião viva e mutável. Ela cresce para abarcar as necessidades dos seus devotos e praticantes, ao invés de requerer dogmaticamente que repitamos os mistérios dos nossos predecessores. Eu acredito que, a menos que nós possamos conhecer as verdades sobre as práticas dos nossos ancestrais espirituais, ao mesmo tempo que escolhendo tomar decisões mais sábias e iluminadas hoje, nós estaremos para sempre perdidos em um mundo de fantasia e achar muito difícil fazer outros levarem a nossa fé à sério. É essencial que aprendamos a tratar o masculino e o feminino como igualmente divinos e igualmente importantes dentro de nós mesmo e de nossa fé. Limitar nós mesmos a menos que isso é nos impedir de crescer na direção da realidade do divino universal que está além de limitação ou delineação sexista.
Há também um enorme problema com professores e indivíduos confundindo, intencionalmente ou por outro motivo, os termos bruxaria e/ou magia, que são termos muito mal definidos, com todas as formas de Wicca e o contrário. Enquanto que eu considero a Wicca uma forma de bruxaria, de acordo com certas definições, é certo que há um vasto número de tradições de bruxaria que não consideram o Conselho Wiccano como um comprometimento ou mesmo de qualquer forma associado com a sua arte e, portanto, decididamente não são Wicca. Há muitas crenças que são quase universalmente aceitas na Wicca, como tratar toda forma de vida, não só humana, como sagrada, valorizar a sabedoria de celebrar as mudanças das fases da lua e das estações, cultuar a divindade em muitas formas e em ambos os gêneros sexuais, a crença em um retorno kármico, a oportunidade de aprender através de múltiplas vidas e o único ensinamento que é, eu acredito, por definição universal a mais básica versão do Conselho Wiccano: "Faça o que quiser, desde que não prejudique a nada nem ninguém." Eu ensino meus estudantes a considerar qualquer prática que observa alguns dos conceitos citados acima e fazer um voto sincero de colocar o Conselho Wiccano em primeiro lugar nas suas decisões e praticar para ser um wiccan, se as pessoas escolherem usar esse termo. Naturalmente, há muitas outras religiões, como a maioria das formas de Hinduísmo, que se reconheceriam nos critérios acima, exceto pelo fato deles não se rotularem "wiccan". Seus desejos devem ser respeitados e eles devem ser chamados pelo rótulo que eles preferirem.
O principal disso tudo, como a Dra.Green deixa claro, é que todas as nossas fontes de informação sobre a religião e a sociedade celtas são questionáveis. As histórias, músicas, poemas e mitos foram escritos por monges cristãos (ainda que solidários) que tinham um entendimento limitado do real significa de certos pontos e a necessidade de alterar os mitos para parecerem histórias heróicas, a fim de evitar a má vontade dos seus superiores. Músicas, poesias e fábulas são difíceis de esquadrinhar pelos detalhes, mas elas são as melhores fontes de informação a despeito de a maioria delas terem sido pesadamente parafraseadas ou mesmo diretamente alteradas pelos monges cristãos. As "fontes clássicas", tais como Júlio César e Plínio, o Ancião têm óbvios problemas com a ignorância e egocentrismo cultural e freqüentemente tinham um inimigo específico para esmagar politicamente. Como evidências arqueológicas incontestáveis elas são limitadas e a sua maioria são influências pós-romanas ou cristãs, desde que os celtas raramente faziam objetos religiosos que fossem durar muitos séculos. Para completar, os arqueólogos estão sempre conjecturando para que determinado era usado e o seu grau de importância.
Como resultado, nós temos que procurar por padrões consistentes e peneirar a verdade em meio a mitas fontes contraditórias. Se alguém afirma que você tem que acreditar que os celtas com toda a certeza praticaram ou acreditaram em algo, eu iria olhar para qualquer coisa que ele dissesse sobre qualquer coisa com ceticismo. Enquanto eu sinto que devemos tentar gentilmente orientar as pessoas acerca dessas ridículas mentiras, confrontações diretas, especialmente perante os seus alunos, raramente são úteis. Sem compaixão pela sua genuína ignorância e seus sentimentos, eu tento afirmar meu desacordo como uma opinião pessoal e fazer um sincero esforço para evitar expressar minhas opiniões de modo abrasivo, como rindo histericamente (pelo menos até eu poder sair do recinto!).
Então, que fontes nós realmente usamos para criar nossos ritos religiosos e ensinamentos que irão nos ajudar a nos conectar aos Deuses e Deusas dos nossos ancestrais? Primeiro, deixe-me dizer que eu ensino meus estudante a estudar e respeitar o trabalho dos historiadores escolásticos, incluindo aqueles achados nos meios Ásatrú, Troth e Drudiactors. Nós também fazemos uso da pesquisa feita por Caitlin e John Matthews e todos os textos antropológicos que pudermos achar. Eu acho essas fontes ricas em informação sobre a herança celta. Eu entendo que trabalhos realizados por escolásticos de Ásatrú e Troth raramente são sobre tópicos especificamente celtas, mas eles freqüentemente dão grandes insights sobre as práticas e ensinamentos que eram comuns a ambas as culturas. As discussões sobre "Seth Magic" e os cultos à Freya são de interesse especial, já que eles foram uma grande influência para os primeiros ensinamentos wiccans, rituais e práticas mágicas.
Eu suponho que o único caminho real para saber o que aconteceu no passado seria se você viveu lá e pudesse trazer à tona memórias vívidas desse tempo de vida. Mesmo nesse caso, isso apenas certificaria o que aconteceu com uma única tribo celta em um dado país, em um dado ano. Visto que os professores religiosos celtas eram muito rígidos em relação à memorização e repetição de rituais de modo a preservar os mistérios intactos, presumir que práticas religiosas e culturais são universais ou imutáveis através de muitos séculos ou intactas pelas misturas de povos conquistados é ridículo. Deidades regionais, crenças e práticas parecem ter sido muito freqüentemente absorvidas pela cultura de uma determinada tribo quando ela conquistava o povo de uma nova região. E os celtas eram um povo nômade. No meio tempo, nós vamos avaliar que informação nós temos em um humilde estado de auto-reflexão para procurar por padrões de real significância e sabedoria que pode nos levar do nosso passado para um futuro iluminado. Nós também nos empenhamos para desenvolver uma nova sabedoria e fazer novas pesquisas para saber o que foi perdido.
Nós estamos tentando desenvolver um sistema coerente de ensinamentos, ritos, tradições e rituais que ensinam nossa lição de profundo amor pessoal pelo Deus, pela Deusa e todas as suas criações. Este amor de todas as suas criações deve incluir o self. Nós também somos criações maravilhosas e sagradas, então nós devemos lembrar de tratar nossas mentes e corpos, tão bem quanto os dos outros, com dignidade e respeito. Nossa religião é um processo de combinar esses ensinamentos de um modo que realmente abrace as necessidades dos wiccans e seu mundo. A menos que a religião evolua para abraçar as necessidades dos seus praticantes, ela está morrendo ou já está morta. Wicca está constantemente passando pela dor de parto de dar a luz a uma nova versão de si mesma, que é capaz de abraças as necessidades de wiccans que estão espiritualmente mais maduros do que eles foram em encarnações passadas.
Tradições são ferramentas maravilhosas, pois elas ensinam um caminho seguro, efetivo e já testado de fazer algo, mas elas não são nunca a única maneira ou necessariamente a melhor para pessoas que estão constantemente crescendo e mudando. Nós devemos esperar que ensinamentos e rituais que qualquer religião tenha usado 20.000 ou mesmo 2.000 anos atrás não são mais suficientes sem algumas modificação em prol das nossas necessidades atuais, pois caso contrário isso significaria que temos perdido tempo nosso tempo de vida, enquanto que o que se supõe é que deveríamos estar crescendo e amadurecendo. Nós realmente não sabemos como definir a antigüidade da Wicca, pois isso depende de como usamos o termo. Alguns aspectos da Wicca são baseados em crenças e práticas religiosas tão antigas quanto a primeira imagem da Deusa (cerca de 30.000 atrás), mas outros talvez tenham menos de 10 minutos de existência. O que importa é quão efetivamente nossos ritos e rituais servem para construir aquela relação pessoal de amor e o quanto eles nos ajudam a viver ricos em espírito, cheios de vida, enquanto nós aprendemos e crescemos.
De acordo com muitas lendas, os "mistérios" começaram na cidade mítica de Atlântida. Após a queda de Atlântida, os "mistérios" foram egoisticamente guardados em segredo e ensinados a apenas alguns poucos escolhidos. Quando eles se tornaram mais populares, as religiões ortodoxas daquele tempo temeram o seu poder para depor tiranos ou para alterar a realidade fabricada, e então eles foram caçados e dizimados com pouca ou nenhuma justificação. Muitas dessas histórias, como muitas das lendas, estão baseadas em uma forma ou outra, independentemente dos detalhes exatos.
Atualmente, nossa "comunidade pagã" (alguns preferem o termo Religiões Centradas da Terra) estão educando os leigos através de organizações como a Pagan Alliance of Central Texas, The Aquarian Tabernacle Church, The United Federation of Pagans, Circle Network News, Covenant of the Goddess, Covenant of Unitarian Universalist Pagan Studies, Witch's Anti-Defamation League e vários grupos pagãos espalhados pelo mundo. Wiccans e outros pagãos/neo-pagãos se defrontam com terríveis discriminações no trabalho e são às vezes atacados verbalmente, fisicamente e através de ações legais injustificadas. Nem todas as leis contra a magia e a bruxaria foram abolidas, mesmo nos E.U.A, e a perseguição religiosa ainda é disseminada. Felizmente, muitas das leis permitindo pesadas sentenças e execuções para a prática de religiões não-ortodoxas tem sido abolidas em muitos países. Pela primeira vez, talvez nós sejamos capazes de mostrar ao mundo quem e o que nós somos sem medo de sentenças judiciais ou execuções.
Liberdade religiosa realmente garantida ainda é apenas uma frase bonita, porém se nós pudermos deixar de lado nossos egos e nosso orgulho por tempo o suficiente para trabalharmos juntos, mesmo com os pagãos que não gostem disso, para benefício mútuo, nós teremos o poder de mudar isso também! Se diz que um verdadeiro amigo não o ama pelo que você é, mas que o ama além disso. Se nós pudermos aprender a nos unir a despeito de todas as nossas diferenças em prol de uma única proposta, nós poderemos alterar essa realidade fabricada e fazer algumas mudanças no nosso mundo que permitirão nossos filhos a escolher por eles mesmo a melhor maneira de caminhar ao lado daqueles que seres que nós chamamos de Deus e Deusa. Pense sobre isso. Ore para isso. Use todos os métodos divinatórios que você tem a seu dispor para ver se eu estou falando a verdade e, quando você tiver terminado, mande-me uma resposta.
Autoria: Couggar, fundador da Church Woodland Celtic Wicca.
Texto traduzido e utilizado sobre autorização do autor.
Leia o original em inglês: http://www.geocities.com/RainForest/Andes/7824/index.html