|
Por norma e princípio não respeito quem por mim não tem respeito, ou seja, se me derem uma bofetada respondo-lhe com um pontapé nos tomates. Deste modo, todos aqueles que directa ou indirectamente me faltam ao respeito pelas mais variadas formas, levam tratamento idêntico por isso a «agressividade» na maior parte dos meus comentários a várias peças aqui inseridas.
Não tenho sequer de me justificar pelas minhas atitudes porque estou cagando para esta sociedade mal cheirosa e porca. Ponto final. Em ordem a uma €urodeputada do PSD, de seu nome, Regina Bastos, que votou contra o aborto no Parlamento €uropeu, deve ser uma daquelas muitas «tias» da Quinta da Marinha & afins, as Lulus, as Pituxas, as Cácás e as Cócós que vivem na grande e quando têm de abortar metem-se num avião e aí vão elas ao estrangeiro porque os maridos ou os amantes têm guita para essas viagenzinhas.
Este é que constitui o maior crime da história do aborto em Portugal. E este crime é praticado não pelas mulheres que o têm de fazer precariamente e com risco da própria vida - passíveis de serem incriminalizadas, como já foram algumas - mas por essas tias Cácás, Lulus, Reginas Bastos e outras da mesma camarilha reaccionária que vão à missa aos Domingos, batem no peito 3 vezes e exclamam: minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa e, logo que saem da dita, metem-se na cama com o tipo que estiver disponível no momento. Este é que é o maior crime desta sociedade de merda, corrupta, vigarista.
Os capitalistas, devido às suas grandes capacidades financeiras têm direito a fazerem o que querem e muito bem lhes apetece - aqueles mesmos que declaram rendimentos ao fisco de uns míseros contitos mensais - e os pobres levam nos cornos, são presos e culpados de uma acção que até lhes poderá custar a vida. É esta tremenda desigualdade que me leva a ser tão agressivo para esta canalha fascista, hipócrita e desumana que, quando os vejo nas TV's a lamentarem os coitadinhos dos pobres e a promoverem festas e peditórios de caridade e ajuda, me fazem vomitar de nojo.
|